Comparado com os quatro anteriores do diretor Noah Baumbach, que estou sempre elogiando aqui no blog, decepcionou bastante, mas não é ruim.
Não é tão bom como Barbie, o ótimo Ruído Branco, História de um casamento ou Os Meyerovitz.
Filme de ator, George Clooney indicado para melhor ator e Adam Sandler para coadjuvante no #Globodeouro2026, mas eu acho que justifica só o segundo, pois ele rouba a cena, com uma das melhores atuações da carreira. Eu sempre acho ótimo quando ele faz papéis mais dramáticos como em Jóias Brutas.
O roteiro acompanha a jornada de Jay Kelly seu empresário Ron e uma entourage que vai se desfazendo aos poucos, numa viagem pela Europa enquanto Jay tenta se reaproximar da filha e confrontar os danos que sua carreira causou em sua vida pessoal. O personagem é um homem quebrado, incapaz de lidar com os próprios erros e com a distância que criou entre si e sua família.
O elenco conta também com a experiente Laura Dern, favorita do David Lynch. Mas ao contrário dos anteriores esse não conseguiu aproveitar todo o potencial de suas estrelas. Fica no padrão netflix de elenco caro e roteiro mais ou menos.
Nota 7, em homenagem ao Adam Sandler.

Nenhum comentário:
Postar um comentário