Indicado a melhor filme e roteiro adaptado no #Oscar2025, mas o que mereceria de fato é o Sing Sing, que teve três indicações, mas não entrou na lista de melhor filme.
Bom filme, mas comprido demais - 2h20min. A pegada dele é ser filmado com a câmera na mão, em "primeira pessoa" ou seja, na perspectiva das personagens o que sai do padrão estaduninense que só conhece o plano com uma pessoa de costas e a outra de frente.
Isso e o foco mais na fotografia - que é a alma do filme - do que no roteiro. O diretor RaMell Ross usou e abusou dos cortes, inserções e efeitos meio oníricos, mas não é nenhum Livre D'image ou Dias Perfeitos...
Se a virtude do Sing Sing é não cair no melodrama, os melodramáticos Um sonho de liberdade e À espera de um milagre são melhores que esse...
Esse diretor foi indicado pelo documentário Hale County This Morning, This Evening no #Oscar2019 e esse é o longa de estreia dele...
O ator principal Ethan Herisse é o mesmo de When they see us.
Baseado no romance homônimo de Colson Whitehead, vencedor do Prêmio Pulitzer, o filme mergulha nas profundezas de um reformatório tratando dos abusos e segregação racial. A história acompanha Elwood Curtis (Ethan Herisse) e Turner (Brandon Wilson), seu companheiro no reformatório Nickel Academy. A narrativa alterna (sem muito aviso) entre os anos 1960, durante o auge do Movimento pelos Direitos Civis, e o presente.
Um filme necessário mas que, na temporada, fica ofuscado pelo outro e apesar das inovações e relevância, não me conquistou.
Nota 6.
Disponivel prime video.
Nenhum comentário:
Postar um comentário