Grande Prêmio do Júri e Leão do Futuro em #Veneza2022. Entrou como representante da França no shortlist de filme internacional do #oscar2023 mas não foi indicado.
A diretora Alice Diop é mais conhecida por seu trabalho em documentários, este é o seu primeiro longa-metragem narrativo.
O filme é baseado no julgamento real de Fabienne Kabou, uma mulher senegalesa acusada de matar sua filha de 15 meses ao abandoná-la em uma praia na França, ela alega que não foi responsável por suas ações e se declara inocente. O filme explora as complexidades da maternidade, imigração e identidade . A história segue Rama, uma romancista grávida que assiste ao julgamento de Laurence Coly, a acusada, com o objetivo de transformar o trágico evento em uma releitura literária do mito de Medeia. À medida que o julgamento avança, Rama descobre mais sobre a vida de Laurence e o isolamento que ela sofreu de sua família e da sociedade enquanto estudava e vivia na França.
Achei muito lento e denso, e olha que geralmente não tenho problema com filmes assim. E o final não vou contar para não dar spoiler, mas posso adiantar que é meio frustrante...
Em tempos de crise migratória na Europa, vale como reflexão sobre a condição da mulher é ainda mais vulnerável nesse contexto, mas não é para qualquer espectador.
Nota 6.
Com mais ou menos essa temática, no ano passado teve o Io Capitano, que também não curti muito... Já o Flee dei nota 8. Confira também White Eye, Give me liberty e o melhor de todos, Incendies.
Disponivel Prime Video.
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